Questões políticas prejudicam Confins

Para fontes do governo e do empresariado mineiro, a questão que está deixando o Estado fora das prioridades da privatização dos aeroportos é mais política do que técnica.
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Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado, as explicações dadas têm sido "simplórias demais", uma vez que, segundo ele, Minas é o Estado que está mais adiantado no dever de casa da Copa.
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Um boato que tem ganhado força nos últimos dias é o de que o governador Antonio Anastasia estaria interessado em assumir o aeroporto de Confins para, posteriormente, passá-lo à iniciativa privada. Embora essa possibilidade esteja prevista no Plano Nacional de Aviação, aprovado no fim de 2010, o governo federal não considera a transferência conveniente, temendo que outros Estados queiram fazer o mesmo.
O Tempo